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Inúmeras vezes pude constatar que "o barato sai caro".
Quando precisei esticar o meu suado dinheirinho fiz compras valorizando quantidade em detrimento à qualidade. Batata! O ditado popular se confirmou.
Alguns anos atrás, comprei um laptop da marca VTC para o Fábio que não durou seis meses! O bichinho foi para assistência técnica em São Paulo, voltou; foi para Miami, voltou... tinha mais horas de vôo que muito canarinho e nada de conseguirem resolver o problema... muito menos substituirem o equipamento. Foi pro lixo!
Algumas vezes recebemos aquela dica de que o produto X da Organizações Tabajara nada mais é que a Acme International disfarçada para fazer uma pesquisa de mercado.
Esta pratica realmente ocorre por alguns motivos:
Destas pesquisas podem surgir grandes produtos e grandes marcas novas. Aproveitando-se deste fato mercadológico, também surgem alienígenas como Aiptek ou Matsuka (que nem presença na internet você encontra para confirmar a veracidade das informações), que pelo preço baixo, a tentação invade o seu ser e sua existência aqui na face da terra! Nessa hora, antes de se afundar em dívidas e frustrações, lembre, existem dois tipos de produto:
Às vezes uma empresa cria marcas para atender públicos de perfil socio-econômico diferentes, como no caso da Bosch e Continental, ou Brastemp e Consul. O engraçado é o argumento do vendedor varegista: "É a mesma coisa, só o nome é diferente!"... O nome é diferente, o preço é diferente e os recursos técnicos não são os mesmos, a durabilidade é diferente, mas... é a mesma coisa... só muda o nome.
Você tem alguma história triste de caveat emptor?
UPDATE:
Conversei com meu amigão, Eduardo Kuhr, e ele estava dizendo que já tinha feito um monte de compras absurdas, queria muito comentar aqui, mas não lembrava de nenhuma específica para relatar aqui.
Para dar uma ajudinha à memória, lembrei de uma... Estávamos com o dinheiro contadinho. Daquelas fases da vida em que tudo deu errado e não sobrou "nem prá comprar um Melhoral". Precisava comprar margarina, pão e detergente de lavar louças de qualquer maneira e cada centavo contava para conseguir comprar TUDO isso. Peguei o detergente de louças da marca genérica mais barata que encontrei e fui faceira prá casa deixar tudo em ordem.
Ai arrependimento! O detergente mais parecia um sebo. Era um negócio meio viscoso, que engordurava a louça, não fazia espuma e fedia! Minha nossa! Foi preciso jogar fora! Perdi meus R$ 0,80 e fizeram falta. Ainda bem que essa fase passou!
Oi Nancy, há quanto tempo!!!
por: Marcelo Cabral | 17Jul2006.Tbem vou botar o seu blog de volta nos bookmarks.